Sejam bem vindos. Também conhecido como "substituto do Ultra", mas queremos tirar esse rótulo. O Center será um novo blog com vári...
Elvira devolve o tapa e Danny lhe esbofeteia novamente.
Elvira: Ah, garota...Você me paga.
As duas começam a puxar o cabelo uma da outra.
Danny: Você queria que eu ficasse quieta ouvindo você me chamar de vagabunda?
Elvira: Eu falei apenas a verdade, não tenho culpa se você não aceita a realidade. Agora você vai se ver comigo, acabou sua moleza aqui, eu vou fazer da sua vida um inferno.
Genaro não consegue acreditar na frieza de Ana Letícia.
Genaro: Você vai ter coragem de chantagear seu próprio pai?
Ana Letícia: Isso não é nada perto do que você anda fazendo pra minha mãe, eu só não conto pra ela porque não quero que ela sofra, mas você vai pagar e eu só fico calada se você fizer o que eu quero.
Genaro: E o que você quer, afinal?
Ana Letícia: Me casar com o Lord e me mudar para aquela mansão maravilhosa, você me prometeu isso e agora vai ter que cumprir.
Genaro: Tudo bem, se é isso o que você quer...
Ana Letícia: Nem pense que vai me fazer de boba, eu vou lhe cobrar todos os dias e se você não fizer já sabe o que irá acontecer.
Joana aparece e percebe o clima estranho entre eles.
Joana: O que houve?
Ana Letícia: Nada demais... eu vi o papai com um garoto.
Genaro fica pálido, se engasga e começa a tossir.
Joana: Como assim, filha?
Ana Letícia: O Lord, é claro! Acredita que ele tava falando com o Lord e ainda não resolveu meu casamento?
Genaro respira aliviado.
Joana: Ah, meu amor... tenha paciência. Genaro, fale logo com o Lord.
Genaro: Eu irei falar amanhã mesmo.
Joana sai e Ana Letícia provoca o pai novamente.
Ana Letícia: Dessa vez foi só um susto, só pra você ter o gostinho do que te espera se não fizer o que eu mandei.
Genaro: Eu já entendi.
Ana Letícia: Acho bom mesmo.
Na casa de Felipe...
Lord: Vou deixar vocês sozinhos. Tchau, maninha!
Fanny: Tchau, maninho!
Felipe: Então você vai me ajudar mesmo?
Fanny: Eu posso fazer a lição para você.
Felipe: Sério? Ai que ótimo, toma meu caderno.
Depois de um tempo, Fanny termina a lição de casa de Felipe.
Fanny: Tá aqui, Feh.
Felipe: Nossa, que rápida você. Eu queria conseguir fazer tão rápido assim...
Fanny: E por que não você consegue?
Felipe: Não sei... Deixa isso pra lá e me dá aqui meu caderno. Obrigado!
Fanny: Só obrigado?
Felipe: O que mais você quer? Muito obrigado?
Fanny: Não seu bobo, eu só achei que merecia uma recompensa...
Felipe: Então tá! Feche os olhos.
Fanny fecha os olhos, Felipe lhe dá um selinho e ela fica feliz.
Felipe: Agora tchau!
Fanny: Tchau, Feh!
Antes de ir Fanny rouba outro selinho de Felipe e vai embora pulando de alegria.
Ainda sob chantagens da filha, Genaro vai conversar com Lord sobre o casamento dos dois.
Lord: Olha, senhor Genaro, eu serei curto e direto... Eu não amo sua filha, não posso enganá-la me casando com ela.
Genaro: Mas você não precisa amá-la, é só fingir que sente isso. Minha filha é burra, vai acreditar.
Lord fica nervoso e se levanta.
Lord: Isso é um absurdo. Armar contra a própria filha. Desculpe, senhor Genaro, mas não quero mais que você me chame para falar sobre isso.
Lord vai embora, deixando Genaro falando sozinho.
Felipe pensa em como irá se vingar do irmão, ele entra no quarto de Guilherme e encontra seu celular.
Felipe: Hum... Aqui deve ter o número daquele traficante who que tava atrás do Gui. Vou ligar todos os números até achar. Ai, como eu sou malvado, adoro!
Felipe dá uma risada maligna enquanto liga para todos os números do celular de Guilherme.
Na saída da faculdade, Gabriel e Henrique se encontram e conversam novamente no caminho.
Henrique: Professor, posso perguntar uma coisa?
Gabriel fica um pouco nervoso.
Gabriel: Pode, claro.
Henrique: Você se incomodou quando eu disse que sou gay?
Gabriel: Não, por que você acha que eu me incomodei?
Henrique: Ah, é porque algumas pessoas tem preconceito com isso ainda, por isso fiquei com medo de você ter se incomodado.
Gabriel: Eu? Claro que não, Henrique. Imagina se logo eu iria me incomodar por você ser gay.
Henrique: Como assim, professor?
Gabriel: Ah... é porque eu jamais iria te julgar por isso.
Henrique: Obrigado, professor!
Gabriel: Fora da sala de aula você pode me chamar de Gabriel mesmo.
Henrique: Então tá, Gabriel.
Os dois começam a rir e se olham envergonhados.
Felipe finalmente consegue falar com o traficante.
Felipe: Olá!
Traficante: Quem é que tá falando?
Felipe: Felipe, Feh para os íntimos. Você é traficante, né querido?
Traficante: Fala logo o que tu quer.
Felipe: Amore, eu sou irmão do Gui e preciso de um help seu pra me vingar daquele who... Será que você pode colocar umas coisinhas na mochila dele? Eu pago bem.
Lord chegava em casa e se deparava com Henry na sala. Ele se aproximou do filho e lhe deu uma bofetada na cara.
Henry: Eu quero saber o motivo de você ter recusado aquelas garotas no lugar aonde eu te levei.
Lord olhou atentamente para o pai e segurou o choro.
Continua...
Escrito por Ciro Leite, Mayara Bastos e Joyce Souza.
"A violência destrói o que ela pretende defender: a dignidade da vida, a liberdade do ser humano." - João Paulo II
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Confira os dados consolidados de audiência das emissoras da TV aberta de quarta-feira, 17 de agosto de 2016: MÉDIA DO DIA: 17.8 Bom Dia Bra...
Danny: Ele não mudou nada, que saudade que sinto... mas não posso deixá-lo me ver aqui nesse lugar, eu preciso sair daqui.
Danny volta correndo para o quarto.
Danny: Elisa, eu não tô me sentindo muito bem, será que você pode explicar isso para a Elvira?
Elisa: Claro, Danny! Mas o que tá acontecendo? Você tá pálida e tremendo...
Danny: Eu te explico depois, eu vou até a farmácia comprar um remédio, depois eu me entendo com a Elvira.
Danny sai pelos fundos do bordel.
Henry se distrai e quando procura por Lord vê que ele não está mais no bordel.
Elvira estranha a demora de Danny e vai ver o que está acontecendo.
Elvira: Onde é que tá aquela garota?
Elisa: A Danny não tava se sentindo bem, ela foi até a farmácia.
Elvira: Era só o que me faltava, então vai lá você.
Elisa: Eu?
Elvira: Claro! Anda logo, menina.
Elvira leva Elisa e quando chega não encontra nenhum dos dois.
Elvira: Tá vendo o que aquela desgraçada me aprontou? Eles foram embora.
Passado o susto, Ana Letícia pensa no que vai fazer contra o pai.
Ana Letícia: Eu ainda não acredito que o meu pai é gay, mas agora ele está em minhas mãos, se ele não fizer o que eu quero eu vou contar para todo mundo o que eu vi ontem.
Gabriel chora lembrando do que aconteceu.
Gabriel: Eu juro que não queria que as coisas fossem assim.
No dia seguinte na faculdade, Lord conversava com seu amigo Henrique sobre o pai.
Lord: Eu tive que sair bem cedo de casa pro meu pai não me ver.
Henrique: Por que?
Lord: É uma longa história... depois eu te conto porque a aula já vai começar.
Henrique: Você não acha que o professor Gabriel tá meio triste hoje?
Lord: Pois é... Eu também achei, vou ao banheiro. Já volto, Henrique.
Henrique: Tá.
Henrique vai falar com Gabriel.
Henrique: Professor, tá tudo bem?
Gabriel: Sim, só estou com dor de cabeça.
Henrique: Eu queria agradecer por aquele dia.
Gabriel: Imagina, eu não fiz nada demais.
Henrique: Fez sim, alguns alunos implicam comigo e às vezes eu me sinto mal.
Gabriel: Por que eles fazem isso?
Henrique: É... Porque eu sou gay.
Gabriel: Ah...Você é gay?
Henrique: Sim.
Gabriel fica nervoso e sem reação na frente do aluno.
Genaro tenta falar novamente com Ana Letícia.
Genaro: Eu espero que você esteja mais calma.
Ana Letícia: Estou sim.
Genaro: Ótimo, filha! Sobre o que você viu ontem... Não vai mais se repetir, eu vou me afastar daquele homem.
Ana Letícia: Ah papai, você acha que eu nasci ontem? Se você quer continuar tendo um caso com esse professor aí tudo bem, mas a partir de hoje as coisas vão ser do meu jeito.
Genaro: Como assim?
Ana Letícia: Eu dou as cartas agora, você vai fazer tudo do jeito que eu quero, aí eu fico caladinha.
Em um dos quartos do bordel, Eva conversava com Vanessa sobre seus planos.
Vanessa: Até agora não entendi porque você se escondeu quando aquele milionário entrou aqui com o filho dele.
Eva: Você é burra ou se faz? É com ele que eu estou tendo um caso, se ele descobre que eu me prostituo ele me mata.
Vanessa: Ué, achei que vocês tivessem se conhecido aqui.
Eva: Claro que não. Eu trabalho como secretária no escritório dele. O idiota acha que tirou minha virgindade, coitado. Só rindo mesmo.
Vanessa: Jesus. E o que você pretende fazer depois que conseguir casar com o velho, hein?
Eva: Matá-lo, é claro. Depois eu seduzo aquele filho lindo dele e arranco toda a fortuna daquela família. Ai, como eu sou esperta.
Vanessa: Vou sair daqui, não quero saber detalhes de um assassinato. Achei que algum caráter ainda lhe restava.
Eva: Caráter? Que palavra brega, Vanessa. Nem parece a mesma Vanessinha Pitbull que transa com uns 20 homens em apenas uma semana.
Eva debocha de Vanessa e a irrita.
Juliana, mãe de Marina, aparece de surpresa na casa aonde ela mora com Eric.
Juliana: Olá, meus queridos!
Marina: Mãe?
Juliana: Claro que sim, meu docinho.
Marina fica assustada.
Juliana: Onde está meu genro amado?
Marina: O Eric?
Juliana: Lógico! Quem mais seria? Você não tomou seus remédios hoje?
Marina: Claro que tomei, mãe.
Juliana: Não parece, tá lerda demais, mais lerda do que já é... Vá chamar o Eric.
Marina: Tá bom, mãe.
Eric chega.
Eric: Olá, sogrinha!
Juliana: Meu lindinho, que saudade! Me dê um abraço?
Eric: Claro!
Marina fica incomodada.
Felipe não consegue se concentrar para fazer a lição de casa e fica com raiva.
Felipe: Ai que ódio! Por que eu não consigo fazer essa maldita lição?
Fanny pede ao irmão que a leve até a casa de Felipe.
Fanny: Lord, por favor? Você disse que ia me ajudar...
Lord: Tá bom, mas o que eu faço?
Fanny: Fale com ele.
Eles chegam bem na hora em que Felipe joga seu caderno e acaba acertando os dois.
Lord: Que recepção agradável, valeu hein!
Fanny: Oi Feh!
Felipe: Olá! Ai, me desculpa, Lord. É que eu não consigo fazer essa droga dessa lição de matemática.
Lord: A Fanny pode te ajudar. Ela é craque em matemática.
Fanny: Sou?
Lord: Claro que é!
Fanny: Ah... é verdade.
Elvira entra no quarto e vê Danny chorando.
Elvira: Isso tudo é por causa daquele riquinho? É, eu lembrei de onde conheço ele... Eu já sei que você fugiu porque ficou vergonha dele.
Danny: Eu amo o Lord.
Elvira: Deixa de ser burra, garota. Quando ele descobrir o que você virou vai sentir nojo.
Danny: Me deixa em paz, você não tem esse direito.
Elvira: Aceita logo, Danny. Você é uma vagabunda.
Danny fica furiosa e dá um tapa em Elvira.
Continua...
Escrito por Ciro Leite, Mayara Bastos e Joyce Souza.
"Bom mesmo, é mostrar amor ao próximo com atitudes, do que sair por aí pregando amor aos ventos sem fazer nada àqueles que sofrem a dor da falta de um simples abraço." - Maria Francisca Virgilino
Danny: Ele não mudou nada, que saudade que sinto... mas não posso deixá-lo me ver aqui nesse lugar, eu preciso sair daqui. Danny volta corr...













